Photo by TheMasterShakeSignal

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So, tired of this Applied Math course taking so long to finish, I’ve decided to spice things a bit. I decided to take 7 subjects this semester. The maximum I’ve taken before was 5 (I wasn’t yet working and failed at 3 I think u_u). But this craziness has a reason…

I love reading blogs about productivity and self-development because they inspire me a lot. And people always says to keep focus, single-task and so on.

I also learned to ignore the fails os subjects. In the beginning it annoyed me and depressed me when I failed any subject. Today I try to focus on the present. I have no idea if I’ll pursue the academic life, so *now* it doesn’t matter if I fail a lot of matters, only that I learn from them and pass them as soon as possible.

This is the reason I’ve decided to engage in this “suicide experiment” how I call it, lol. I also will try to apply a lot of productivity techniques (like keeping focus, keeping things organized) in order to accomplish the goal to pass as many subjects that I can.

I believe it will allow me to grow a lot in maturity with this experiment. One thing that inspired me to try this was my performance on my Japanese study at the vacation. I finally finished studying Remembering the Kanji, by James Heisig. I’ve learned to write approximately 1000 kanjis in a month and my recall-rate is still in the interval 80%~90%. I’ll try to apply the same memory techniques to my college studies as a personal experiment. And I intend to publish my results here. Wish me luck! :)

Posted in Educação, Productivity at August 14th, 2009. Comments.
Foto por http://flickr.com/photos/fore/

Foto por http://flickr.com/photos/fore/

Eu encontrei esses dias um site para pesquisar stroke order dos kanjis.

Eu costumava usar o Mahou mas alguns kanjis estão com a ordem incorreta lá. Ajudou por um tempo, mas atualmente vinha me confundindo demais.

Ontem encontrei o Dicionário Online Yamasa de Kanji

Minha sugestão para quem usa o navegador Firefox é ir neste endereço, clicar com o direito no campo de busca e criar uma busca por palavra-chave.

Agora eu acostumei a usar o seguinte comando na barra de endereço do Firefox depois de criada a busca:
kanjiso 縛

Troco o kanji 縛 pelo kanji que eu quero saber a ordem dos traços. (Para os curiosos kanjiso é minha abreviatura de kanji stroke order, mas que pensando bem eu deveria ter chamado de kso para ficar ainda mais rápido e simples).

O legal é que ele também ensina a desenhar os kanas.

Obs.: não conferi todos os kanjis que possuiam erro de ordem de traços no Mahou se também possuem no Yamasa, mas so far so good :)

Posted in Japonês at July 15th, 2009. Comments.
Veterinária

Foto por http://www.flickr.com/photos/rogersmj/

No final da semana passada, numa sexta-feira, cheguei em casa e notei que o loro estava fora da gaiola, numa caixinha respirando com dificuldade enquanto meu irmão cuidava dele. Perguntei se ele estava mal, e recebi uma confirmação como resposta. Então perguntei se ele havida sido levado ao veterinário ou se haviam feito alguma coisa a respeito. Responderam que não levaram ainda, e que só deram um remédio para ele, que não era a primeira vez que ele ficava dessa maneira e, portanto, estava tudo bem. Tudo bem? Se uma pessoa fica doente frequentemente, não significa que está tudo bem.

Depois de convencê-los, eu e meu pai levamos o loro numa veterinária e assim que chegamos, ela começou a lançar várias bombas:

Veterinária: O que o loro tem?
Pai: Ele tá há alguns dias com dificuldade de respirar, de vez em quando levanta a cabeça com dificuldade na hora de respirar, como se alguma coisa estivesse atrapalhando.
Veterinária: E vocês deram algum medicamento para ele?
Pai: Dei este aqui. – Meu pai entregou a bula do remédio para a veterinária.
Veterinária: E quem indicou esse remédio para ele tomar?
Pai: Ah um cara de uma casa de aves falou que era bom. Demos outras vezes e ele melhorou.

Nessa hora a veterinária fez uma cara bem feia. E daí em diante só piorava.

Veterinária: E que dose vocês deram pra ele?
Pai: Ah eu dei n gotas na água que ele bebe. (Não lembro mais quantas gotas foram, mas é irrelevante)
Veterinária: Bom… o que acontece é que esse medicamento é um antibiótico e deve ser usado somente em caso de diarréia. – pausa – Também a dose medicada foi 3 a 4 vezes o que ele poderia suportar e provavelmente ele está sofrendo de intoxicação por conta do medicamento. – outra pausa – Então vamos fazer de tudo para salvar ele, mas já aviso que as chances são bem pequenas com o quadro dele.

Depois disso ela falou que donos de casas de aves não sabem o que o animal precisa, que eles só vendem os produtos.

O loro então ficou internado lá na clínica, dentro de uma caixa aquecida recebendo oxigênio e tomou algumas injeções, mas infelizmente no dia seguinte veio a notícia que ele não resistiu.

Infelizmente hoje em dia, muitas pessoas ainda não dão valor ao profissional especializado. As pessoas reclamam que os serviços são caros, e que dá pra obter o mesmo serviço de um profissional menos qualificado, mas será que o serviço é realmente o mesmo?

Certamente que não. A diferença entre uma pessoa que estudou determinado assunto e tem experiência prática com ele e outra pessoa que apenas trabalha em ramo relacionado mas que não estudou do assunto nem tem experiência com ele é enorme.

E isso acontece em diversas áreas. Quantas vezes não vejo as pessoas se automedicando por aí, sem ter passado num médico, muitas vezes possuindo algum problema de saúde grave, mas algum amigo/colega/vizinho/primo comentou “Ah é só tomar uma pílula de Remediol que melhora.” e a pessoa nem se dá ao trabalho de pelo menos perguntar ao farmaceutico ou passar num pronto atendimento. Elas vão direto comprar o tal Remediol para tomar, por indicação de algum fulano.

E para aumentar ainda mais a incongruência, algumas dessas pessoas tem até plano de saúde. Pagam uma facada todo mês para terem o plano de saúde, mas quando chega a hora de usar, simplesmente vão numa farmácia tomar o tal do Remediol…

Claro que existem situações que não vale a pena ir atrás de algo de maior qualidade. Por exemplo, se meu interesse é apenas fazer um remendo numa camiseta antiga que está furada, talvez não valha tanto a pena procurar um alfaiate para o serviço. Ou se eu estiver procurando um celular apenas para receber ligações, não vale a pena procurar um que bate foto e toca música. Mas se o serviço for na área de saúde, eu me recuso a procurar algo sem qualidade.

Posted in Uncategorized at July 11th, 2009. Comments.

Hoje eu estava pesquisando preços de janelas. Depois de perceber que nem no site do Center Castilho, nem no da Leroy Merlin eles divulgavam preços (que considero a maior falha de ambos os sites), resolvi ir até a Leroy Merlin para olhar preços de janelas.

A Leroy Merlin da Ricardo Jaffet fica junto com o Extra. Estacionei o carro, anotei o local no celular (H-2) e procurei a entrada da loja. Encontrei uma escada branca do lado descoberto e mal subi um degrau percebi que levava à uma porta pequena fechada. Provavelmente aquele não era o local por onde eu deveria entrar. Então fiquei procurando alguma placa indicando a entrada da loja e não encontrei nenhuma. Tive que passear um pouco no estacionamento até encontrar a entrada.

Já lá dentro da loja, comecei a procurar a seção de esquadrias. Ando pra cá, ando pra lá, até que finalmente encontro. Tinham vários corredores de janelas nessa seção. Entrei num deles, e assim que encontrei uma janela que merecia ser tomada de nota, saquei minha caneta e papel e comecei a rascunhar os preços e medidas.

Nisso que estou num dos corredores de janela, passam alguns clientes aqui, funcionários aqui, mas no geral não havia muitas pessoas naquela seção. Provavelmente por causa disso, eu noto uma mulher com uma camiseta verde escuro com uns papéis na mão, da outra ponta do corredor, observando pra dentro do corredor onde eu estava. Eu pensei: “essa moça deve ser aquela que cuida do estoque, ou está anotando alguma informação da loja”.

Eu troco pro segundo corredor e em menos de 1 segundo lá está ela novamente na ponta do segundo corredor, fazendo um movimento de sobe e desce com a cabeça, observando e anotando. Começou a dar uma sensação de sincronia indesejada. Na minha ingenuidade, ainda pensei que eu deveria ou acelerar ou desacelerar pra, respectivamente, deixar ela para trás ou esperar que ela troque de corredor.

Quando eu troco pro terceiro corredor, ela troca junto. Eu até parei de observar as janelas depois dessa. Isso não poderia ser uma mera coincidência na sincronia. A cor da camiseta dela não ajudava nada em identificar, pois embora a cor da Leroy seja verde, eram tons diferentes, então ela podia ser uma funcionária da Leroy, uma funcionária de alguma marca de janela, ou uma stalker!

Eu estava olhando pras janelas mas sem prestar atenção nelas mais. Estava apenas pensando se eu deveria procurar um funcionário de verdade fácil de identificar ou um segurança e me queixar de que estava sendo seguido dentro da loja, ou se eu deveria voltar ao segundo corredor só para ter certeza absoluta de que o alvo de observação da moça era eu, não as janelas ou os clientes em geral.

Nesse pouco tempo que parei para pensar, ela entra no corredor e vem andando em minha direção. Eu torci para ela passar reto, mas ela veio direto em mim e: “Olá, estou fazendo uma pesquisa de opinião na seção de esquadrias. Depois que terminar de olhar as janelas, poderia responder algumas perguntas?”

Sério, nesse momento, se eu só tivesse notado que estava sendo seguido, mas não que ela estava vindo na minha direção, eu teria dado um pulo quando ela falou comigo. Mesmo assim, eu respondi que responderia as perguntas, mas assim que ela se afastou, eu não consegui mais observar direito as janelas. O semi-susto já havia me deixado perturbado e só continuei olhando as janelas mas sem foco algum.

A pesquisa

Depois de concluir minha andança, respondi a pesquisa “rápida”, que consistia em perguntas como “O que achou da organização da loja?”, “A seção de esquadrias chamou a atenção em relação ao restante da loja?”, e outras perguntas focadas na seção.

Ao final da pesquisa veio aquela sub-pesquisa socioeconômia de praxe que todo lugar realiza e todo mundo responde arredondando as quantidades para baixo (assim eu suponho).

Então ela pediu meu nome completo. Respondi apenas Claudio. Queria o endereço, me neguei a passar. Pediu o CEP, também me neguei e ela fez uma cara de “como um mero CEP vai te identificar?”, que logo adicionei que “com o CEP, qualquer pessoa identifica a rua onde eu moro”. Ela reclamou um pouco que o controle da loja se ela estava realmente fazendo a pesquisa com clientes ou inventando dados aletórios de amigos imaginários era baseado no endereço e no telefone.

Perguntei se caso eu passasse o CEP, poderia deixar de passar meu telefone (sim, eu sei que se eu quisesse, poderia encerrar a pesquisa a qualquer momento, mas optei por não o fazer). Ela fez outra cara de inconformismo e falou “mas pode ser um celular, não precisa ser telefone residencial”. Novamente eu rebati falando que empresas tem costume de fica fazendo ligações indesejadas e que eu realmente não ia informar meu telefone. Deixei só o CEP com ela e a pesquisa rápida finalmente encerrou!

Fui para o estacionamento, procurei em H-2 como eu havia anotado no celular e … nada. Aperto o botão do alarme para localizar o carro e … nada. Então percebo que estava na parte do estacionamento do Extra e não da Leroy. Mais algum tempo passeando até encontrar a parte da Leroy.

Conclusões

No caminho para casa eu fiquei pensando sobre o ocorrido todo.

Conclui que:

1) A Leroy Merlin deveria identificar melhor seus funcionários e não permitir que eles ficassem dando uma de stalker nos clientes;

2) Na próxima vez que vierem me fazer pesquisa de opinião, só respondo caso me garantam que eu vá ganhar um belo desconto nas minhas compras, mesmo que eu não compre nada. Isso pois quem responde uma pesquisa de opinião dessas está oferecendo uma consultoria pessoal para a empresa totalmente de graça. Imagine: estou utilizando parte do meu tempo, que poderia fazer qualquer outra coisa para mim mesmo, para dar minha opinião importantíssima sobre a loja, contribuindo com dados totalmente focados no interesse deles, e mais ainda, do ponto de vista dos clientes (no caso eu). As empresas pagam fortunas com consultorias para melhorar o atendimento, para diminuir custos, aumentar vendas, pois sabem que vão ganhar fortunas ainda maiores com o resultado das mudanças sugeridas pela consultoria. As empresas de consultoria cobram caro pois sabem que as empresas vão ganhar muito mais com os resultados, e caso a empresa A não contrate esses serviços, o concorrente B vai contratar e possivelmente acabar engolindo a empresa A com o passar do tempo. E eu, cliente, passo esses dados todos de mão beijada, sem nem ganhar uma fatia desse bolo?

3) E finalmente, conclui que provavelmente vou escolher uma janela de qualidade razoável pra média, pois eu ainda não tenho rins suficiente para comprar as mais legais que encolhem, descem, fazem misto-quente, te acordam com café da manhã na cama, abrem pra fora e outros recursos legais. :D

Posted in Uncategorized at May 23rd, 2009. Comments.

Já ouviu alguma música no seu iPod e gostaria de ter acesso à letra com a mesma facilidade que a gente tem ao ouvir no computador e procurar por ela pela internet? Eu já, e muitas vezes.

Ultimamente a maioria das músicas que eu ouço com mais frequência está no idioma japonês, pois eu estudo o idioma e gosto de usar o método de imersão para aprendê-lo. Então para mim é muito conveniente ter a letra da música à mão para quando eu quero acompanhá-la enquanto ouço e até cantar junto. Serve como um bom treino para quando eu vou detonar os ouvidos dos meus amigos cantar em karaokês. :)

No computador é muito fácil. Enquanto eu ouço a música, acesso a seção de letras de músicas do Goo, busco pelo artista, localizo a música que estou ouvindo e pronto!

No iPod tem uma solução para isso usando o leitor de textos dele. Primeiro devemos configurar o iPod para ser usado como disco rígido. Depois de habilitado, podemos acessá-lo através do gerenciador de arquivos como uma unidade de disco (igual acessamos um pendrive).

Dentro da unidade do iPod, deve haver uma pasta chamada Notes. Nessa pasta existe um arquivo de instruções que pode ser lido pelo iPod. Não tenho certeza se pode deletá-lo, então preferi não mexer.

Todo arquivo de texto colocado dentro da pasta Notes, pode ser acessado pelo iPod para leitura. Dá, por exemplo, para converter um e-book de pdf para txt e ler no iPod (apesar de ser horrivelmente desconfortável por causa do tamanho da tela). É lá que colocaremos nossas letras de música.

Crie um arquivo com a extensão txt e copie a letra da música para esse arquivo. Salve o arquivo txt dentro da pasta Notes e desconecte o iPod do computador. Ligue o iPod e vá em Extras > Notes para acessar os arquivos de texto.

Posted in Tecnologia at May 19th, 2009. Comments.

Na madrugada de ontem (16 de abril de 2009) foi lançado o site Wolfram Alpha, do mesmo criador do famoso software Mathematica. Muitos esperavam que o site surgisse como um substituto ao Google. Porém o site não possui o mesmo objetivo de busca que o Google, fato que acabou frustrando as expectativas de alguns. Na verdade ele está mais para um complemento ao Google que um rival.

Passei um tempo brincando no site e percebi que dá pra fazer muita coisa interessante, e assim resolvi publicar algumas sugestões de uso para auxiliar quem estuda matemática (focando nível de Ensino Médio e Vestibular), a partir de exemplos.

Exemplo 1: Sabendo que f é uma função de primeiro grau e que passa pelos pontos (3, 5) e (6, 1), encontre uma fórmula para f(x) e esboce seu gráfico.

Sugestão: Se f é de primeiro grau, sabe-se que f tem o formato f(x) = ax + b, ou seja, uma reta. E os pontos acima estão em cima do gráfico da função f, o que significa que eles devem obedecer à equação de f:

5 = a.(3) + b
1 = a.(6) + b

Podemos calcular os coeficientes a e b simplesmente resolvendo o sisteminha linear acima com incógnitas a e b. Depois montamos um gráfico, colocamos os dois pontos dados no gráfico e ligamos os dois por uma reta.

Agora usando o Wolfram, podemos checar se tudo isso que fizemos está correto.

O comando para construir uma reta que passa por dois pontos é

line (3,5) (6,1)

E então ele exibe um gráfico com o qual é possível comparar com o esboço da nossa solução no papel, e ainda exibe 2 diferentes tipos de fórmulas para f(x) (ele está chamando f(x) de y na resolução dele).

Note que as equações que ele exibe são as mesmas.

y = 9 - 4x/3
4x + 3y - 27 = 0

Para conferir, basta isolar y na equação de baixo que obtemos a equação de cima:

4x + 3y - 27 = 0
3y = 27 - 4x
y = 27/3 - 4x/3
y = 9 - 4x/3

Pronto!

Note que no final da página ele ainda exibe a distância entre os pontos (3, 5) e (6, 1) como sendo 5. Tenha isso em mente pois usaremos em outro exercício logo adiante.

 

Exemplo 2: Encontre a medida da corda formada pelos pontos de intersecção da reta de equação x - y - 1 = 0 e a circunferência de centro no ponto (0, 0) e raio \sqrt{13}.

Sugestão: para encontrarmos a medida da corda, basta obtermos os dois pontos de intersecção. E para obtermos isso, basta resolver o sistema de equações:

{ x - y - 1 = 0
{ x2 + y2 = 13

Usando o Wolfram, podemos pedir para que ele resolva esse sistema usando o comando:

{x - y - 1 = 0, x^2 + y^2 = 13}

Potências na notação de texto em computador são representadas utilizando o símbolo de acento circunflexo (o “chapéu” ^). Então 2 elevado à 4 fica 2^4.

O Wolfram encontra 2 soluções:

(-2, -3) e (3, 2)

De fato, esses são os pontos em que a reta dada intersecta a circunferência dada.

Agora basta calcular a distância entre eles usando o comando que utilizamos acima para traçar uma reta entre os dois pontos:

line (-2,-3) (3,2)

Rolamos a tela direto para o final em busca da distância entre os pontos: 5.sqrt(2)

 

Exemplo 3: O determinante da matriz \left [ \begin{array}{ccc} senx & senx & cotgx \\ cosx & cosx & -1 \\ 0 & senx & tgx \end{array} \right ] é?

Sugestão: depois de realizar as contas, cheque o resultado com o comando para calcular determinantes:

det{{sin x, sin x, cot x}, {cos x, cos x, -1}, {0, sin x, tan x}}

A resposta que ele dá é sin2x + cos2x, que nada mais é do que 1 de acordo com a relação fundamental da trigonometria.

Em inglês, as funções seno, co-seno, tangente, co-tangente, secante e co-secante são respectivamente abreviadas como: sin (sine), cos (cosine), tan (tangent), cot (cotangent), sec (secant), csc (cosecant).

Na notação de matriz do Wolfram, cada par de chaves interno representa uma linha da matriz. E todas as linhas são envolvidas por um par de chaves externo:

{{1, 2}, {3, 4}}

 

Exemplo 4: Simplifique n! / (n-2)!

Sugestão: depois de fazer várias e várias contas com letras, se perder e tudo mais, é uma boa checar se conseguimos chegar num resultado correto.

Minha resolução ficaria:

n! / (n-2)! =
(n)(n-1)(n-2)! / (n-2)! =
(n)(n-1)

Podemos checar as contas pedindo para o Wolfram simplificar a expressão para nós:

n!/(n-2)!

Descendo um pouco a página, no campo Alternate form encontramos o resultado (n-1) n, indicando que meu resultado está correto! :)

 

Exemplo 5: (UNICAMP) Determine o resto da divisão de x100 + x + 1 por x2 - 1.

Sugestão: para checar esse é super fácil! É só pedir para o Wolfram dividir os dois polinômios que ele já trás essa informação:

(x^100 + x + 1) / (x^2 - 1)

Rolando a tela e procurando o bloco Quotient and remainder (quociente e resto), encontramos a fatoração do polinômio x100 + x + 1 utilizando x2 - 1 como um dos fatores. O primeiro bloco (lotado de x elevado a algum número) se refere ao quociente (ainda bem que a UNICAMP foi boazinha e não pediu para calcularmos o quociente :) ) e o segundo bloco se refere ao resto 2+x que é a resposta do problema!

 

E isso tudo são apenas algumas sugestões de uso dessa poderosa ferramenta focando só em matemática de ensino médio. Há muitos outros usos interessantes para se fazer com ela. Uma idéia legal e ir na Galeria de Exemplos e fuçar nos exemplos de uso que o próprio site oferece e usar a criatividade. :)

E você, utiliza o Wolfram para outros estudos que não seja matemática? Como utiliza?

Posted in Educação at May 17th, 2009. Comments.
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Foto por http://flickr.com/photos/m00by/

Na época em que eu estudava no primário, sempre estudava para as provas com apenas uns 2 ou 3 dias de antecedência e o estudo consistia de decoreba pura. As professoras passavam um questionário com umas 10 questões e as respostas possuiam em média 2 linhas. Como caiam exatamente as mesmas 10 questões, a chave para o sucesso nas provas era fazer uma bateria de testes em cima das questões algum tempo antes da prova e pronto, mais um 10 para a coleção.

Lembro que naquela época, e mesmo alguns anos depois, as professoras sugeriam que não era necessário ter todo um trabalho para decorar o conteúdo, e que bastava entender o que estava sendo aprendido. Como decorar sempre me pareceu trabalhoso e chato, eu fiquei interessado em tentar apenas entender a matéria toda ao invés de gastar horas lendo a mesma coisa e testando minha memória nelas. Acho que era meu espírito procrastinador dando sinais de vida. :)

Como resultado, eu consegui tirar alguma nota, mas não fui tão bem quanto antes. Afinal, eu entendia o que estava sendo explicado para mim na hora, mas quem disse que eu me lembrava de tudo aquilo depois? Eu ainda apanhei um bocado com esse método, até finalmente desistir dele.

Já no ensino médio e no cursinho, sobretudo quando estudava ciências, passei a conhecer aquelas fórmulas e suas expressões mneumônicas como “sorvete – equação horária do espaço para movimentos retilíneos uniformes: s = s_0 + vt”, “Meu velho tio mandou Júnior saborear umas nove pizzas. – Para lembrar os nomes dos planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão (que ainda era um planeta na época))”, ou “Axô, biô prucê! – Fórmula para distância de ponto à reta: d = (|ax0 + by0 + c|)/raiz(a2 + b2)”.

Essas técnicas mneumônicas sempre fizeram sucesso pois muitas são engraçadinhas e, sobretudo, te ajudam de verdade a lembrar das fórmulas ou nomes de coisas. Algumas não fazem sentido algum (como: VLAVAAV – As sete cores do arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, anil, azul, violeta), mas parece que a sonoridade também ajuda na memorização.

Assim como o método anterior de “não decore, apenas entenda”, o método de bitolar [inserir definição de algum dicionário?] as fórmulas também não é de todo saudável, pois muita gente apenas decora as fórmulas e não se preocupa em entender como nem quando usar. Mas se um método não funciona, nem o outro, qual deve ser a melhor maneira de estudar então?

Solução: União dos Métodos

A solução para um estudo melhor, não consiste em escolher um dos dois métodos. Ao invés de optar entre um método ou outro, por que então não optar por um método e outro?

Hoje eu penso que a melhor maneira de encarar o estudo é primeiro entender sobre o objeto o qual se estuda e em seguida, treinar para que esse conhecimento adquirido não fuja da memória. É necessário forçar, tentar ir sempre além da zona de conforto.

Existem alguns exercícios de geometria, por exemplo, que é possível matar apenas utilizando semelhança de triângulos. Mas existe um conceito chamado Potência de Ponto que em determinados casos tornam alguns exercícios muito mais rápidos e fáceis de se resolver, precisando de menos conta. E eu sou totalmente a favor de utilizar conceitos mais avançados que evitem que eu faça muitas contas, pois quanto maior o número de contas maior é a chance de eu errá-las, sendo no lápis ou cometendo erros de digitação na calculadora. Mas eu sempre tinha dificuldade em decorar o conceito de potência de ponto, então eu nunca me preocupei muito com ele, já que as técnicas de semelhança de triângulos me eram muito confortáveis e matavam os exercícios. Porém agora na posição de professor, eu precisava aprender o conceito e também possui-lo de maneira rápida em minha mente caso fosse necessário usar. Entender como funcionava era simples, então o que eu fiz dali em diante foi evitar resolver os exercícios por semelhança de triângulos quando me parecesse óbvio que era possível resolver utilizando potência de ponto. E o resultado foi que hoje eu uso o conceito com naturalidade e tanta rapidez como faço com semelhança.

Por isso hoje eu considero importante utilizar ambos os métodos: primeiro entender e depois memorizar. Gosto de frisar na memorização pois o poder que ganhamos ao termos um conceito memorizado é muito grande, embora hoje memorizar ainda seja visto como algo prejudicial ao estudo, coisa que só o é se feito sem entender aquilo que está sendo estudado.

Posted in Educação at May 9th, 2009. Comments.

Eu me lembro que quando eu era pequeno, eu tinha um ou dois daqueles livrinhos de origamis infantis que ensinavam a fazer algumas figuras simples em origami como chapéus, barcos, sapos, etc. E vez ou outra eu vivia com o livrinho pra cima e pra baixo, cada hora fazendo um dos origamis que havia no livro.

Na época, eu tinha o costume de dormir na casa da minha tia e ela gostava de visitar algumas amigas-vizinhas dela de noite para ficar conversando e assistindo TV. Eu como não tinha interesse nos assuntos que elas conversavam nem nas novelas, sempre levava alguma coisa para me distrair, como minha agenda eletrônica, um walkman novo que comprei na época, ou até mesmo o livrinho de origamis. Acho que foi a última vez em uns 10 anos que eu não fazia figura alguma com o papel.

Até que no último final de semana enquanto eu estava jogando Wii com a Bani, notei os livros de origami dela sentados na estante e comecei a perguntar sobre eles. Ela me mostrou alguns e eu ia folheando enquanto estava no turno dela jogar. Eu particularmente me interessei por dois: um que estava escrito todo em japonês e outro que envolvia matemática. Esse último eu não vi direito, talvez por causa do meu inconsciente me mandando ficar longe dos teoremas. :)

Eu comecei a comentar do tempo que fazia que eu não montava um origami e que vendo todas aquelas figuras, estava me dando vontade de voltar a fazê-los. Então entre um jogo e outro, a Bani comenta de fazermos algum. Meu “sim” foi rápido e cheio de entusiasmo. Escolhi um sólido de não-lembro-quantos lados e começamos a montar, portanto, o não-lembro-quantos-edro. :) O livro dizia que era uma figura de 30 unidades, o que significa que primeiro se monta 30 peças menores e depois juntas elas formam o poderoso Megazord “dá um jeito” de unir todas elas numa estrutura só.

Começamos de madrugada e terminamos a peça toda lá pras 7h da matina, mas foi tão divertido que espero fazer outros origamis em breve.

Durante a montagem eu até comentei que de fato montar algo daquele tipo não é para qualquer pessoa, já que demora bastante (talvez pelo fato de eu estar bem newba no assunto e sem prática). Requer alguém com bastante paciência, então eu, que sou uma pessoa com muita paciência (até que provem o contrário, ou até que me tirem-na ;) ), estava apto a tentar.

No final, o resultado foi este:

Origami de 30 unidades

Origami de 30 unidades

E vê-lo pronto te faz sentir que valeu a pena cada minuto perdido para montá-lo :)

Posted in Uncategorized at April 22nd, 2009. Comments.

Uma noite eu estava jogando DS deitado todo contente e pego no sono. Acordo no meio da noite e my preciouss não está ao meu lado, mas sim no chão, caído e se sentindo desprezado. Não que isso nunca tivesse acontecido antes, mas dessa vez a coisa toda era bem diferente. Recolhi meu companheiro de aventuras do chão e descubro que a “dobradiça” de sua tampa havia quebrado.

Material

Como bom aprendiz de mochileiro das galáxias que sou, a primeira coisa que fiz foi tentar não entrar em pânico.

Em seguida, fui pesquisar o que eu deveria comprar para o conserto do DS. Encontrei os seguintes itens no Deal Extreme:

Dá pra encontrar outros cases interessantes, mas eu achei o prata simpático e inovador. =)

Abrindo os parafusos

Com os itens em mãos e após ver alguns tutoriais sobre como proceder com o conserto, a primeira coisa que fiz foi cobrir a mesa com uma toalha para evitar riscar a carcaça do DS.

caption

Material

Em seguida eu fiz um mapa num papel para saber de onde era cada parafuso.

mapa dos parafusos

Mapa dos parafusos

A traseira do DS possui 3 parafusos tri-wing (assinalados com círculo na figura) e 4 philips (assinalados com cada um no seu quadrado na figura, um deles está na entrada do SLOT-1), sendo que um dos philips libera a bateria.

Parafusos

Depois de liberar a tampa, removi a bateria, revelando mais 3 parafusos philips: 2 prendendo o case e um deles preso na placa-mãe do DS.

Compartimento da bateria

Compartimento da bateria

Depois de remover esses últimos parafusos já é possível abrir o case. Da primeira vez essa não é uma tarefa muito fácil, mas depois de errar algumas coisas lá dentro e ter de abrir tudo novamente, eu acabei pegando as manhas. Fiquei com medo de ele ainda estar preso à alguma coisa pois estava meio difícil de abrir, mas foi só ir forçando um pouquinho de um lado e do outro devagar que ele acabou abrindo.

Case aberto

Case aberto

A metade da esquerda (foto acima) não precisei mais e coloquei de lado, podendo focar a brincadeira toda na placa-mãe.

Placa-mãe

Placa-mãe

Antes de brincar de fato na placa-mãe, é bom remover os botões L e R e guardar, junto com as molas que eles possuem, anotando como eles são posicionados com as molas dentro do case, pois será necessário na hora de montar.

Placa-mãe do DS (traseira)

Na parte de trás da placa-mãe (foto acima), precisei me preocupar com um último parafuso philips (simétrico àquele parafuso visível no compartimento de bateria com o case ainda fechado), a antena wi-fi e os conectores da antena e do microfone (fios preto e branco, respectivamente).

Depois de remover o parafuso, despluguei os conectores: foi só puxar eles na vertical com muito cuidado que eles desencaixaram fácil. A antena wi-fi também foi no mesmo esquema, mas resolvi usar uma das chaves de parafuso como alavanca para me ajudar a levantar a antena entortando o mínimo possível.

Removendo o wi-fi 1

Removendo wi-fi 2: zoom

Wi-fi removido

Tive também de passar o cabo do wi-fi por baixo da placa de metal do SLOT-1 (onde vão os cartuchos de DS) bem devagar, com muita calma, pois é muito fácil o conector enganchar em algo lá embaixo. Voltar com o cabo no lugar é mais difícil ainda, na hora de montar. Foram vários minutos perdidos nessas tarefas simples. O fio do microfone é mais fácil pois ele passa entre a placa-mãe (frente) e o case.

Pronto, agora a placa-mãe estava (quase) liberada. Levantei ela do case como se houvessem dobradiças na lateral onde ficam os botões L e R. É que ainda faltava liberar um flat-cable que conecta a tela superior na placa-mãe.

Flat-cable: muito medo!

Essa foi uma das partes mais delicadas, pois esses cabos que parecem filmes de máquina fotográfica antiga são muito frágeis, então qualquer *creck* neles poderia tornar meu DS inútil! O_O

Flat-cable no piano

Flat-cable no piano aberto

O flat-cable fica preso num conector que eu apelidei de piano. O motivo do apelido é que o formato da peça e o modo como a trava abre, lembra um piano com uma tampa abrindo.

Passado o medo, até que abrir a tampa do piano foi relativamente simples: bastou eu enfiar a unha embaixo da tampa e forçar pra cima que ela abria. Depois disso foi só puxar o flat-cable fazendo ele deslisar pela tampa aberta. É necessário puxar ele na direção em que a tampa aponta quando estava fechada.

Removendo flat-cable 1

Removendo flat-cable 2

Agora a placa-mãe está totalmente solta do case, me restando apenas trabalhar na parte do case que contém a tela superior do DS.

Tela superior

A primeira coisa a fazer agora é remover o pedaço do case que pertence à tela touch do resto do case. É só passar o flat-cable com cuidado pelo orifício em forma de fenda (foto abaixo) dele e os fios do wi-fi e microfone e pronto! Hehe, fácil falar, nem tanto de fazer. Depois de brigar um pouquinho com o flat-cable, eu finalmente pude operar a parte de cima do case (a tampa).

Fenda no case

O case superior tem 4 parafusos philips escondidos embaixo de borrachinhas. É só remover as borrachinhas com um estilete (uma faca de ponta fina deve servir também) tomando cuidado para não estragar e remover os parafusos. Também é bom remover as borrachinhas laterais que protegem a tampa do DS.

Feito isso o case da tela é liberado. Para abrir, é só deslisar o case da tela na direção do jogador.

Case superior liberado

Case superior fechado

Os falantes não estão presos no case. A melhor estratégia nessa hora que encontrei, foi remover o barril de metal (ele possui uma fenda para passar pelo flat-cable) e então passar os fios de wi-fi e microfone por onde o barril estava. Depois sim cuidar do flat-cable, com nada impedindo o caminho. É só enrolar o flat-cable com cuidado e passar também por onde o barril estava.

A tela é presa no case com adesivos nas bordas (além dos 2 adesivos brancos visíveis na foto), então é só fazer um pouco de pressão na tela (pelo lado onde se enxerga o jogo) que ela acaba soltando.

Pronto! Isso conclui a desmontagem do DS. Agora é só repetir todos os passos na ordem inversa no case novo, sempre tomando cuidado com onde encaixa cada coisa e qual era a posição inicial. Nessa parte as fotos que bati durante a operação ajudaram bastante para lembrar algumas posições.

Considerações finais

Algo que eu realmente aconselho antes de fechar o DS todo é testar ele aberto (fazendo um certo malabarismo para manter todas as coisas no lugar) para ver se tudo funciona direito. Eu não fiz isso e tive que abrir para descobrir o motivo da tela superior não estar funcionando: o flat-cable ficou mal encaixado no “piano”. É necessário enfiar o flat todinho dentro da tampa de piano antes de fechá-la. Com esse abre e fecha, acabei espanando um dos parafusos (são bem sensíveis). Minha sorte foi que ele ainda estava alcancável por um alicate, mas o parafuso em si ficou inutilizado. Era um dos parafusos da placa-mãe. Se fosse do case eu estaria ferrado pois o alicate não alcança.

Outra coisa boa de notar é se os botões de volume e power estão posicionados corretamente antes de fechar o case. O volume precisa estar alinhado com o controle de volume que fica dentro do case e o power precisa estar na posição de repouso (OFF).

O resultado final ficou muito bom: DS praticamente com cara de novo, roupa nova e mantive os botões antigos, que acabou combinando com o visual cinza novo dele. Os botões que acompanham o case são todos da cor do case, então os botões originais pretos deram um destaque bem legal. O único botão que não ficou perfeito foi o L, que está um pouco mais duro que o normal, mas enquanto não der problemas, acho que vou manter assim mesmo, pois falta vontade pra reabrir o DS e colocar os L e R cinza.

Algumas fotos bônus do produto final:

DS finalizado 1

DS finalizado 2

DS finalizado 3


Fontes de aprendizado:

http://chester.blog.br/archives/2007/04/desmontando_o_n.html
http://www.flickr.com/photos/62647765@N00/sets/72157594277451148/
http://www.youtube.com/watch?v=hPrb7FFqttU
http://www.youtube.com/watch?v=vRzTgfo2PsM

Posted in Uncategorized at March 13th, 2009. Comments.